Reflexão da Semana




A GALINHA RUIVA
Uma reflexão para pessoas preguiçosas



Um dia, a galinha ruiva estava ciscando no quintal e achou um grão de trigo.
- Quem quer plantar este grão de trigo? Perguntou ela.
- Eu não quero, disse o pato.
- Eu também não. Respondeu o gato.
- Nem eu. Disse o cão.
"Muito bem, então eu mesma irei plantá-lo", pensou a galinha ruiva. E assim fez. Passado algum tempo, o pé de trigo cresceu e ficou maduro.
- Quem quer colher as espigas do trigo? Perguntou a galinha ruiva.
- Eu não quero, respondeu o pato.
- Eu também não, disse o gato.
- Nem eu , falou o cão.
- "Muito bem,então eu mesma o colherei", resolveu a galinha ruiva. E o colheu. Ao terminar, tornou a perguntar:
- Quem quer debulhar o trigo?
- Eu não quero, disse o pato.
- Eu também não, disse o gato.
- Nem eu, respondeu o cão
- Muito bem, então eu o debulharei. E o debulhou. Depois perguntou: 
- Quem quer levar o trigo ao moinho para ser moído e virar farinha?"
 "Muito bem, então eu mesma o levarei". resolveu a galinha.
Quando voltou de lá com a farinha de trigo, perguntou:
- Quem quer fazer um pão com esta farinha?
- Eu não quero, disse o pato.
- Eu também não, disse o gato.
-Nem eu, disse o cão.
- "Muito bem, eu mesma o farei." E fez um pãozinho muito gostoso.
- E agora, quem vai comer o pão?
- Oh, eu comerei, disse o pato.
- Eu também, disse o gato.
- E eu, disse o cão.
Então, a galinha ruiva ficou toda arrepiada e lhes disse:
- Pois fiquem sabendo que não vão provar nem um pedacinho, seus preguiçosos.
Chamou os pintinhos e repartiu o pão com eles. O gato, o pato e o cão ficaram muito tristes e aprenderam o quanto é feio ser preguiçosos.
(Verônica S. Hutchinson, O mundo da criança - Contos e Poesias. Delta)


Rev. Renilson Ornelas
Ministro do Evangelho
Seriedade e Responsabilidade no Oficio de Pastorear



NOSSA NATUREZA É A NOSSA MARCA
Todo fingimento sempre dura pouco.
Rev. Renilson Ornelas

   

Conta-se uma história, que havia um sapo e um escorpião que não se davam bem de modo algum.Apesar de ficarem se olhando, faziam questão de manterem certa e longa distância um do outro. Os demais insetos reclamavam muito deste comportamento adotado pelos dois. Diziam que assim ficaria impossível se estabelecer o ecumenismo e uma união de classes. Gafanhotos das outras bandas, Centopeias e Lacraios, foram chamados para mediar a situação mas o sapo se mantinha irredutível em sua posição.Até os macacos tentaram entrar na conversa, mas foram barrados pelos leões que disseram: Saiam daí macacos, vocês não fazem parte desse meio.Poucos entendiam o comportamento do sapo, já que o escorpião se mantinha sempre escondido e seu andar era lento, quase que insignificante.Certo dia, depois duma grande e assustadora tempestade, tudo ficou completamente alagado. Na floresta até o gado teve dificuldade de se locomover. O sapo se saiu muito bem, pois, quanto mais água melhor para ele, seus irmãos, primos e colegas de espécie. Saltando de um lado para outro deixava o escorpião com inveja incontrolável.
- Ah, quem me dera possuir tal habilidade! Resmungava o escorpião.

Há muito tempo, o escorpião já quisera pegar o sapo, pois em uma determinada época o mesmo tinha tirado do escorpião uma grande refeição. E isso não fora só uma vez, o que deixara o mesmo furioso esperando uma oportunidade. Ao dar seu último salto, o escorpião gritou:

- Amigo sapo, há muita água nesta floresta! O amigo me ajuda atravessar para o outro lado?
- O sapo perguntou: Como?
- O escorpião respondeu: Você me leva sobre suas costas! 
- Não, e se você me picar com seu ferrão ?
- Qual é, seu sapo? Será que não confia em mim?
- Posso confiar em você?
- Claro! Você acha que vou fazer alguma coisa em você? De modo algum. Só você pode me ajudar, amigo!
De tanto amolar o sapo, o escorpião terminou convencendo-o. Mesmo desconfiado o sapo resolveu transportá-lo, quando de repente, no meio do trajeto o escorpião fincou o seu ferrão nas costas do sapo, o qual agonizou de dor. Olhando para o escorpião, reclamou: Poxa colega, até você!?  Olhando para o sapo ele disse: É a minha natureza.
Entrando em agonia por causa do veneno, o sapo revirou os olhos morreu. O escorpião por sua vez, já do outro lado, livre da ameaça de morrer afogado, olhou para trás, deu aquele sorriso sarcástico, seguiu viagem...Se foi. 
Na vida dos seres humanos histórias com esta se repetem a todo instante. Tem pessoas que possuem natureza de cão.Nunca conseguem ser verdadeiras com os outros.Sempre esperam uma oportunidade para pregar uma peça. Nos agradam, nos dão presentes, mas suas naturezas revelam suas marcas.Sim, é uma questão de natureza. Somente pela conversão a Jesus serão capazes de serem outra pessoa(Jo.3.1-8). Necessário vos é nascer de novo.



Rev. Renilson Ornelas
Ministro do Evangelho
Seriedade e Responsabilidade no Oficio de Pastorear



NÃO JULGUE PELAS APARÊNCIAS
Procurar conhecer antes é bem melhor.




Rev. Renilson Ornelas

Certa vez um zelador de um grande museu, em meio as suas obrigações de rotina resolveu fazer uma  faxina numa área onde estavam guardados objetos valiosos da Segunda Guerra Mundial. Objetos estes pertencentes ao comandante da guarda geral que mais se destacara naquele evento dando a vitória para o seu país, pois eles fizeram parte da guarnição principal de frente de batalha.  Como já conhecia o museu e dificilmente eram doados novos objetos para compor o acervo, ele prosseguiu em sua "limpeza" de rotina. Pega um coisinha aqui e outra ali...De repente avista uma caixinha de metal, com uma decoração de meados do século dezoito a dezenove,muito suja,amassada e sua decoração muito empoeirada tanto quanto sujinha lhe chama a atenção. A segura em suas mãos, a observa, mas de súbito resolve jogá-la fora juntamente com as outras tralhas inúteis.De tão antiga e consumida pelo tempo estava quase a entrar em decomposição pela ferrugem. Ufa!! quanta coisa velha nesse lugar! Disse aquele faxineiro já cansado. Encerrou seus trabalhos, olhou cuidadosamente as retrancas e fechaduras das pesadas portas, como fazia todos os dias durante anos,e se foi. Mas a imagem daquela caixinha não lhe saia da cabeça, quase que se tornando em tormento.Ao vê-lo com certo ar de preocupação sua mulher lhe indaga: Você tá com ar de preocupado,houve alguma coisa? Não! respondeu ele. O sono não lhe veio mas nem mesmo ele sabia explicar o porque. Pela manhã, depois do banho, sentou-se em sua cadeira mas nem mesmo o balanço lhe tirou de sua mente  a imagem daquele insignificante objeto. Talvez sua preocupação estivesse concentrada nas contas que há muito estavam atrasadas, inclusive as mensalidades do aluguel da casa onde morava. Depois de roncar um pouco em sua larga cadeira de varanda, aquele homem resolve assistir seus telejornais costumeiros.Uma reportagem lhe chamou atenção pela seguinte manchete: Homem de rua encontra caixinha de metal Barão de Trebimbé, do século dezoito contendo moedas de ouro o equivalente hoje a 4.500,000,00(Quatro milhões e quinhentos mil dólares.Seu susto foi imenso ao notar que aquela caixa encontrada pelo morador de rua era a mesma que ele tinha jogado fora por considerá-la inútil. Assim agimos o tempo todo em nossa vida. Julgamos e inutilizamos os outros pela aparência, e com tal comportamento perdemos belas amizades, belos amores, belos relacionamentos e toda uma vida. De fato, a vida nos ensina a todo instante. O sentimento de frustração é um dos sentimentos mais angustiantes no coração de uma pessoa. As vezes é preciso observar melhor as coisas que estão bem próximas a nós, pois ali pode estar um tesouro hiper valioso. Cuidado pra não jogá-lo fora!


Rev.Renilson Ornelas
Valdelice Ornelas
Duas vidas a serviço do Reino de Deus
Aconselhando e Orientando com Seriedade e Responsabilidade
Acesse, Participe,Divulgue!





2 comentários:

  1. E VERDADE. TEMOS QUE OBSERVAR MELHOR AS PESSOAS PARA NÃO FAZER MAL JUÍZO DAS PESSOAS, VAMOS ORAR PEDINDO A DEUS QUE NOS DER ENTENDIMENTO PARA NÃO PECAR . FAZENDO O QUE E MAU PARA NOSSOS OLHOS, DEUS TUDO SABE E NOS CONHECE;

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  2. Temos que valorizar, cuidar e amar as pessoas que convivem conosco. Por fazerem parte da nossa rotina não observamos nelas o valor imensurável que elas tem. Precisamos observar com os olhos do amor essas preciosidades que Jesus coloca ao nosso redor como presentes.

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